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  • Manuela Prudente

Inversão de raciocínio

Na hora de praticar um hobby, quase nunca nos perguntamos “qual é o benefício que vou receber disso?”. Fazemos simplesmente por que gostamos. Mas na hora de pensarmos em profissões, invertemos a lógica: primeiro, “o que eu ganho com isso?” e só depois, “será que eu vou gostar dessa carreira?” Claro, não estou dizendo que segurança financeira não é importante, é sim. Às vezes, por uma questão de sobrevivência, ela precisa ser colocada como prioridade. Mas, vamos imaginar que você tem a oportunidade ou a coragem de escolher uma profissão pensando somente no seu desejo pessoal. Nenhuma carreira é perfeita, mas certamente existem algumas que você faria mais como hobby do que recompensa financeira, de status ou de poder. Geralmente, quando escolhemos algo pelo benefício (e eu me incluo nisso), reclamamos da nossa realidade, pois estamos no pensamento de que sempre falta um benefício a mais. O NOVO raciocínio é: o que eu NÃO faria pelo benefício, mas apenas porque eu gostaria do processo em si?

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